nunca mais tinha assistido a um filme que reunisse tantas qualidades: estéticas, poéticas, excelentes atores e com um roteiro que mostra a realidade com uma incrível sensibilidade, gerando profundas reflexões. um filme sério, que trata de assuntos até hoje discutidos como os preconceitos de cor e religião e, praticamente sem violência.
lindo demais! vale a pena ver e rever!
Um Herói do Nosso Tempo
(Va, Vis et Deviens, 2005)
» Sinopse: O drama busca inspiração no êxodo de 8 mil judeus etíopes chamados “falashas”), em 1984, que fugiam do governo pró-soviético de seu país para tentar algum tipo de salvação em Israel. Eles empreenderam a pé uma peregrinação de aproximadamente 600 quilômetros, da Etiópia ao Sudão, buscando a partir dali chegar à terra prometida que acenava com fartura e dias melhores.
acompanhada por minha banda, meus músicos super-parceiros e que mandam muito bem no show, minha equipe 10 de produção nas pessoas de Mônica e Camila, meu diretor Claudio Olivotto, nosso engenheiro de som Wilberto Amaral, nossa assessoria de imprensa em SP, a ponto e vírgula, com as fiéis parcerias em Natal da Offset gráfica, rádio universitária FM e Camarões Restaurante, com o fundamental patrocínio do SESC RN, com nossos novos parceiros em SP, restaurante Trindade e a Tez esthétique e coiffeur, com os preciosos espaços das rádios CBN, Jovem Pan e Sulamérica Trânsito, da Revista Raiz, do Jornal o Estado de São Paulo, através de Lauro Lisboa Garcia e do Programa Online Enviado Especial, com grandes amigos presentes potiguares e paulistanos, realizamos a primeira apresentação do show No Ar em São Paulo no Tom Jazz.
Agradeço a todos da produção, aos colaboradores que se juntaram a nós, a toda a equipe do Tom Jazz e ao público que nos prestigiou e nos proporcionou um linda noite de música e emoção.
Em breve estaremos de volta a São Paulo com o show em um formato mais completo em data e locais a serem definidos e publicados.
Show de Bebel Gilberto no Sesc Pompéia. Eu estava louca pra assistir e amei o show.
Não me surpreendi com seu total despojamento e eletricidade. Já tinha ouvido falar da sua performance.
Procurei apenas fazer algumas adaptações da Bebel que imaginei para a real. Na real, ela é ainda mais solta e bem-humorada do que eu imaginava.
Adorei ver os músicos de cima, da galeria. Pude apreciar a execução de cada instrumento e embarcar no som deles. Curto muito os arranjos dos discos dela!
Depois do show, camarim. Ops, camarim não! palco aberto para os amigos e fãs.
Na companhia de Sérgio, grande amigo da Bebel, cumprimentei a cantora e sai de fininho, pra não perder nada do que senti quando estava na platéia.
Ela parece ser depois do show o que é durante. Sem contenção!
Afinação. Dona de belo timbre, ela mostra canções autorais
AE – Agência Estado
Ainda pouco conhecida por aqui, a cantora e compositora potiguar Valéria Oliveira faz hoje show único com sua banda no Tom Jazz, em São Paulo, para marcar o lançamento de seu sétimo álbum, “No Ar” (realizado com incentivo do Projeto Pixinguinha). Dona de belo timbre vocal, Valéria é mais uma dentre os brasileiros que o próprio Brasil não conhece, que tem mais trabalhos realizados no exterior (Japão) do que na terra natal.
Gradativamente, seu trabalho foi ganhando acento mais pop e no novo álbum ela deixa de lado os autores consagrados (como João Bosco, Caetano Veloso, Lenine, Joyce e outros que cantou tão bem) para dar ênfase a seus dotes de compositora, com diversos parceiros.
Antecipando a retomada do vinil, Valéria também fez uma edição de “No Ar” em LP, tendo o remix de “Romance à Francesa” como diferencial do CD. Além das novas canções, no show de hoje ela interpreta clássicos de Roberto Carlos (“Quando”), Caetano (“A Tua Presença Morena”) e Moraes Moreira e Galvão (“Dê Um Rolê”). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Valéria Oliveira – Tom Jazz. Av. Angélica, 2.331. Tel. (011) 3255-0084. Hoje, 22 h. R$ 20.
Por aqui o frio e a luz do sol da manhã andam juntos.
Ontem mesmo, na companhia de Claudio Olivotto, fechamos os últimos detalhes do roteiro do show que vai acontecer no aconchegante Tom Jazz.
Hoje pela manhã, dei uma entrevista de quase meia-hora, um papo super-agradável com João Carlos Santana da rádio CBN. Muito legal o espaço do Programa Sala de música. Aliás, temos recebido o carinho e apoio de várias rádios da cidade, a exemplo da Sulamérica Trânsito, através do querido Amauri Rodelli que vem divulgando em sua programação o No ar e o leve só as pedras, da Jovem Pan que abriu um mega espaço, pela segunda vez, para que eu pudesse falar do novo álbum e agora a CBN. Fico feliz com tanta receptividade.
No decorrer dessa semana vamos degustar o menu do restaurante Trindade, especializado em comida portuguesa.
Entramos fácil, fácil no clima urbano de São Paulo. A velocidade, a agilidade das pessoas e a avidez pelo novo é instigante. Tudo funciona, tudo rola.
Ótimo estar com amigos potiguares residentes em São Paulo e que estarão conosco no show de quarta.
Camila chega hoje, a carioca / potiguar que arrasa na nossa produção técnica e os lindinhos, Jubileu Filho, Rogério Pitomba, Paulo de Oliveira e Wilberto Amaral, chegam amanhã.
Amanhã à noite temos nosso ensaio geral e depois show! Estamos ansiosos por isso!
Depois conto mais…
“Sei que há léguas a nos separar, tanto mar, tanto mar, sei, também, como é preciso, navegar, navegar, canta primavera, pá, cá estou carente, manda novamente algum cheirinho de alecrim…” Com esses versos da canção de Chico Buarque “Tanto Mar”, parabenizo os organizadores do I Encontro de Escritores da Língua Portuguesa de Natal”, pois considero toda iniciativa que promova a literatura e a escrita neste país é válida, principalmente se tratando de um lugar onde o presidente da República se vangloria de não gostar de ler livros e achar bonito quem fala errado como lembrou bem o escritor João Ubaldo Ribeiro. No Brasil, segundo pesquisa, infelizmente, 420 cidades não possuem bibliotecas municipais.
Antes que um apressadinho faça um pré julgamento, gostaria de lembrar que não sou funcionário e não tenho cargo na prefeitura do Natal, mesmo com amizade e respeito que tenho pela prefeita Micarla de Souza não votei nela, apesar dela ser do Partido que ajudei a fundar no RN em 1987, pois desde 2007 deixei o Partido Verde- PV e me filiei ao PSOL, Partido Socialismo e Liberdade, da brava Heloísa Helena.
Quanto ao Encontro relatarei alguns fatos. No primeiro dia, tivemos o lirismo da poesia do escritor de Timor Leste Luís Cardoso Takas que encantou a todos pelo seu talento e simplicidade. Do Rio Grande do Norte, a participação brilhante de alguns escritores: Lívio Oliveira, Diógenes da Cunha Lima, Tarcísio Gurgel, Pablo Capistrano e a filha do mestre Câmara Cascudo, Ana Maria, que encheu de orgulho os norteriograndenses. Muito boa a palestra do mestre João Ubaldo que surpreendeu a todos quando disse que conheceu a esposa, há 32 anos aqui no teatro Alberto Maranhão, do genial escritor angolano José Eduardo Agualusa e a escritora de São Tomé e Príncipe, Inocência da Mata, que disse do orgulho de ter nascido na Ilha de Príncipe. Por falar em Inocência da Mata, o fato pitoresco do segundo dia foi quando o poeta paraibano Pedro Bandeira, num gesto de irreverência, citando os nomes dos membros da mesa, disse:” De inocente, Inocência não tinha nada”.
Na parte musical os shows foram ótimos: concerto da orquestra de Violoncelos da UFRN, a apresentação da cantora Valéria Oliveira foi o que de melhor assisti de cantores natalenses naquele teatro nos últimos dez anos, sua interpretação para a música “Quando” do rei Roberto Carlos foi simplesmente maravilhosa. O paraibano Chico César levou o público ao delírio, principalmente quando cantou “Mama África”, pois ali havia vários escritores africanos. Como sugestão para o próximo encontro é imprescindível a participação dos professores de Português da rede municipal de Natal, que este ano foi negada. Também se deve tirar o nome coffee break para o intervalo do EELP. O café precisa ser melhorado, pois café com bolacha não dá. Por que não sucos naturais e um bolinho de bacalhau? Na área de shows um cantor de fado português caíria bem, assim como um cantor africano de um país participante.
Finalizando, homenageio os participantes na pessoa do professor Carlos Reis da Universidade de Coimbra, cantando :”Coimbra do Choupal ainda és capital do amor em Portugal, ainda… Coimbra dos doutores pra nós os seus cantores, a fonte dos amores és tu…”
José Normando Bezerra
Geógrafo e Professor
Natal-RN
Eu diria que ainda têm uma legião e está formando outra.
Leia, ouça e veja, na opinião de Nelson Motta, um dos maiores especialistas brasileiros em música o que está rolando com a volta do vinil.
É uma realidade! E felizmente estamos participando dela.
A era é digital. Aparelhos de MP3 estão no bolso de quase todo mundo e ainda tem muita gente que está redescobrindo os discos de vinil.
RÁDIO ONLINE
Ouça as canções apresentadas nesta coluna
O LP já virou cassete, CD, MP3 e até pendrive, mas os velhos discos de vinil continuam com legiões de fãs dispostos a pagar fortunas por raridades, ou simplesmente interessados em ouvir seus artistas favoritos, com um som que nenhum equipamento digital lhes dá. A começar pelos estalos e chiados.
Os grandes fãs do vinil não são só os coroas de rabo de cavalo, que tem saudades do tempo em que o rock era jovem. Muitos jovens high tech, a começar pelos DJs, adoram o vinil, pela potência e o peso do som na pista. Para eles, nenhum digital consegue reproduzir um pancadão dançante como o vinil.
No Brasil, a gravadora Deck Disc comprou uma velha fábrica, reformou e modernizou, e está lançando bolachões com seus artistas: Pity, Fernanda Takai, Nação Zumbi e Cachorro Grande. É a única fabrica da América Latina e vai atender também o Chile e a Argentina. As tiragens ainda são pequenas, mas já nem tanto, perto da mixaria que estão vendendo os CDs.
Discos dos Beatles, dos Beach Boys, dos Rolling Stones e de Jimi Hendrix foram lançados com sucesso em vinil. Mas não são mais aqueles discos fininhos, que arranham à toa, agora são de um vinil muito mais denso, com melhor som e mais durabilidade.
Mas não são só roqueiros os fãs da bolacha preta, discos de novas estrelas como Amy Winehouse, o Radiohead e o Coldplay também estão ‘bombando’ em vinil. E os fãs adoraram e não se importaram em pagar mais caro do que um CD.
Por mais que aumente o mercado da música digital, o do vinil também cresce. No Brasil, cada vez mais artistas estão lançando seus discos em CD, MP3, pendrive e vinil ao mesmo tempo. Os mais recentes e mais importantes foram Lenine, com La Biata, e o uruguaio Jorge Drexler, com Amar lá Trama, que é maravilhoso em qualquer formato.
A velha discussão não vai parar: que som é melhor, o do CD ou o do vinil? É cada ouvido uma sentença, mas desconfio que a maioria não saberia diferenciar um som de outro no escuro. Mas eu continuo achando que não há som gravado, digital ou analógico, que se compare a assistir um show ao vivo.
Já falei mil vezes que adoro o trabalho desta artista, mas não me canso de repetir, principalmente porque ela sempre chega e puxa o meu tapete, o tempo todo. Também já havia falado que achava o trabalho dela incrível, inclusive, por ser minimalista e agora ela desdiz isso e continuo achando ela o máximo, ou maximalista, como ela mesma afirmou em entrevista concedida a Marco Preto da folha de São Paulo
Já estou louca para ouvir o que Cibelle aprontou no Las Vênus Resort Palace Hotel. Quando li que, neste disco, ela vem acompanhada pelo guitarrista Catatau, do Cidadão Instigado, pirei, pois eu como, imagino, milhares de pessoas, sou fã desse cara.
A primeira vez que o vi no palco foi aqui mesmo, em minha cidade natal, Natal, no show de Vanessa da Mata. Cheguei ao camarim e fiquei olhando de longe aquela figura mágica que pra mim, em alguns momentos do show, robou a cena com sua performance meio underground mas, contrariando o óbvio, trazia uma sonoridade nunca antes ouvida por mim.
E agora? os dois juntos?
Tô querendo muito ouvir o CD completo, mas antes mesmo que isso aconteça, indico para todos que querem sair do eixo, se arriscar, experimentar o experimental, a visitar o myspace dela.
O premiado musical “Sassaricando – E o Rio inventou a marchinha” estreia em Natal
Dias 9 e 10 de abril, a partir das 21h, no Teatro Alberto Maranhão, Natal vai poder prestigiar o premiado musical “Sassaricando – E o Rio inventou a marchinha”, uma crônica da vida e dos costumes do Rio de Janeiro, contada e cantada através de canções assinadas por nomes como Noel Rosa, Lamartine Babo, Haroldo Lobo e João de Barro, o Braguinha.
No elenco, veteranos e novatos em musicais como Eduardo Dussek, Inez Viana, Pedro Paulo Malta, Alfredo Del Penho, Juliana Diniz e Beatriz Faria, acompanhados ao vivo por músicos regidos pelo maestro Luis Filipe de Lima. No palco, que remete a um suntuoso baile de carnaval art-déco, ambientado nos anos 40 e 50, os seis atores se revezam em diversos personagens, de acordo com as situações descritas nas músicas, levando o público a passear pelas marchinhas tão conhecidas da maioria dos brasileiros. E o público corresponde, cantarolando as mais famosas e até mesmo dançando, contagiados pela alegria da apresentação. O musical tem ainda projeções de filmes e imagens de época ilustrando a ação.
Musical “Sassaricando” fala sobre costumes cariocas
Responsáveis pela direção geral, pesquisa e roteiro de ‘”assaricando’” Rosa Maria Araújo e Sérgio Cabral escolheram Cláudio Botelho para assinar a direção cênica e Renato Vieira, a coreografia. Charles Möeller assina os cenários, enquanto Marcelo Marques e Paulo César Medeiros se ocuparam, respectivamente, da direção dos figurinos e da iluminação. Na direção musical, Luis Filipe de Lima, que recriou as introduções de mais de 90% das marchinhas tocadas, sem perder a alegria e bom humor, peças fundamentais nesse tipo de composição.