Infinito Portátil

Entre os vários novos nomes que estão rolando na cena musical paulistana, o que mais me chamou a atenção foi o do cantor Goiano Rubi. Logo à primeira audição, senti em sua música cheiro de novidade, cor de sutileza que tanto adoro e que me lembra um pouco do trabalho de uma artista que amo, Cibelle, e a expectativa de silenciosa explosão.

Grande intérprete, Rubi fala ao coração no CD Infinito Portátil, especialmente na faixa Ai de Tata Fernandes e Kleber Alburquerque. Linda, linda! Queria dividir essa dica que me foi dada por meu querido diretor artístico Cláudio Olivotto. Agora só falta ver o show ao vivo.

Curtam um pouco do show – oração do anjo de Ceumar e Matilda Kovar

Este conteúdo foi publicado em 13.03.2010 às 21h20.
Seções: Notas.

Um comentário, Comentário ou Ping

  1. Valéria Oliveira sempre me instigando para novos e criativos artistas da cena independente. Pra mim, o ponto alto do cd de Rubi é a faixa Inequação. Sem falar que “Infinito portátil” (2005) é um título ótimo pros dias atuais.
    Maria Luisa

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