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	<title>Valéria Oliveira</title>
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		<title>noite dedicada à musica e à alegria</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:15:32 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Conheci Tricia Boutté no dia do show. Fomos apresentadas e não precisei de mais de 1 segundo para sentir que quem estava diante de mim era muito mais que uma grande cantora. De sorriso aberto, desde o primeiro momento, Tricia interagiu comigo e toda a minha equipe com total descontração e ótima energia e transformou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/SUS_2600.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1236" title="SUS_2600" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/SUS_2600-425x285.jpg" alt="" width="425" height="285" /></a></p>
<p>Conheci Tricia Boutté no dia do show. Fomos apresentadas e não precisei de mais de 1 segundo para sentir que quem estava diante de mim era muito mais que uma grande cantora. De sorriso aberto, desde o primeiro momento, Tricia interagiu comigo e toda a minha equipe com total descontração e ótima energia e transformou todos em amigos queridos num piscar de olhos. Não houve ensaio para o nosso encontro no palco, apenas reconhecimento de como era a proposta do arranjo e conferência de tonalidade. Tricia me recebeu com um,&#8230;coming Valeria&#8230; ela era gerenosidade e sensibilidade em pessoa. E eu me  deixei encantar pela musicalidade de sua banda e por seu canto ao mesmo tempo forte e delicado. Embarcamos em uma viagem musical que representou um dos momentos mais belos que já vivi no palco. Tricia não só encantou quem teve a oportunidade de conhecê-la de perto mas a todo o público presente com seu carisma inacreditável, voz e expressões de tirar o fôlego. Foi uma experiência única para todos que ali estiveram. Tenho certeza de que ela e The Bootleg Opation (Alonzo Bowens, Mitchel Player, Paul Longstreth e Ocie Davies ) deixaram algo diferente nos corações e mentes dos artistas e público presentes naquela noite dedicada à música e à alegria. Eles deram uma reviravolta em meu olhar sobre a música, refrescando e ao mesmo tempo fortalecendo ainda mais o  meu conceito do que é ser artista.</p>
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		<title>com Margot, na intimidade do lar&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 18:22:54 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma linda e instigante noite de show no Ocean Palace, na companhia especial da cantora Tritica Boutté, Michel Player e banda, acordei com a visita super legal da jornalista Margot Ferreira. Tomando café (da manhã), recebi na intimidade do lar o Cores e Nomes. A gravação do programa foi uma delicia, principalmente por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma linda e instigante noite de show no Ocean Palace, na companhia especial da cantora Tritica Boutté, Michel Player e banda, acordei com a visita super legal da jornalista Margot Ferreira. Tomando café (da manhã), recebi na intimidade do lar o Cores e Nomes. A gravação do programa foi uma delicia, principalmente por Margot conduzir a entrevista de forma super descontraída. Deixo aqui um registro do encontro. O programa vai ao ar em breve.</p>
<p><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/DSCN0998.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1226" title="DSCN0998" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/DSCN0998-425x318.jpg" alt="" width="425" height="318" /></a></p>
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		<title>Natal/New Orleans/Natal</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 00:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em viagem aos Estados Unidos por ocasião do SXSW, um dos maiores festivais de música do mundo, no qual em dois dias de apresentação lançamos o CD leve só as pedras, realizei o grande desejo de conhecer New Orleans, a capital mundial do Jazz. Mesmo depois do furacão Katrina que atingiu a cidade em 2005, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em viagem aos Estados Unidos por ocasião do SXSW, um dos maiores festivais de música do mundo, no qual em dois dias de apresentação lançamos o CD leve só as pedras, realizei o grande desejo de conhecer New Orleans, a capital mundial do Jazz. Mesmo depois do furacão Katrina que atingiu a cidade em 2005, New Orleans continua viva, vibrante ao som do Jazz e do Blues.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/DSC04325.jpg"><img class="size-medium wp-image-1206 aligncenter" title="DSC04325" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/DSC04325-425x318.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a></p>
<p>Nestes poucos dias em que passei na cidade, fui assistir a um show de Jazz no Preservation Hall, lugar que guarda a tradição dos antigos cantores e músicos de Jazz. O lugar é bem pequeno e extremamente concorrido, com filas se formando uma hora antes do show, com várias sessões seguidas e lotadas. A platéia se espreme nos poucos e antigos bancos de madeira e parte dela fica de pé atrás dos bancos. Máquina fotográfica, não é permitido e o silêncio, essencial para a música que é executada sem amplificação. Naquela noite, piano, bateria, banjo, voz, baixo, trombone e saxofone se revezaram em improvisações emocionantes. O show foi maravilhoso! Fiquei extasiada com o som deles. Ao final, os músicos saíram, para a pausa entre uma sessão e outra, mas o baixista ficou por ali no meio do público, e eu, num ímpeto de vontade de expressar minha admiração, cheguei junto e puxei conversa, ele se mostrou super aberto e ali batemos um papinho agradável e rápido. Deixei meu CD com ele, falei do SXSW, ele disse que sempre vinha ao Brasil e coisa e tal. Pouco tempo depois ele entra em contato comigo pelo myspace e a partir de então não deixamos mais de nos falar, ele sempre desejando vir a Natal para tocarmos juntos, nos convidando para assistí-lo no Bourbon Street de São Paulo em suas vindas ao Brasil, foi assim surgiu esse link tão especial com o baixista Mitchell Player</p>
<p><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/7525_1194371026772_1453325650_539444_6592620_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-1208 aligncenter" title="7525_1194371026772_1453325650_539444_6592620_n" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/7525_1194371026772_1453325650_539444_6592620_n-425x595.jpg" alt="" width="299" height="416" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta terça-feira, ele estará em Natal com a The Blootleg Operation acompanhando a cantora Tricia Boutté, grande cantora que está participando do 8º Bourbon Street Fest, com o melhor do jazz de New Orleans, e é meu convidado especial do show No Ar. E, pelo que estamos sentindo, muitas surpresas poderão acontecer no decorrer desta noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos muito felizes por estarmos realizando também uma importante parceria com o Bourbon Street Club de São Paulo e trazendo uma edição deste incrível Festival de Jazz para nossa cidade. Oportunidade Única! Espero vocês.</p>
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		<title>parceria que deu certo!</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 01:32:48 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Há anos que venho trabalhando com Leis de Incentivo à cultura no Rio Grande do Norte. Pela Lei municipal, PROFINC, gravei e lancei dentro do Estado meu primeiro CD, Impressões. Em 2001 lancei pela Lei Estadual Câmara Cascudo o segundo, Lanterna do futuro. Em 2007 lancei meu primeiro CD autoral, leve só as pedras, também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há anos que venho trabalhando com Leis de Incentivo à cultura no Rio Grande do Norte. Pela Lei municipal, PROFINC, gravei e lancei dentro do Estado meu primeiro CD, Impressões. Em 2001 lancei pela Lei Estadual Câmara Cascudo o segundo, Lanterna do futuro. Em 2007 lancei meu primeiro CD autoral, leve só as pedras, também pela Lei Câmara Cascudo. Em 2008 lançamos o CD de carnaval potiguar Sem Perder o Passo, este pela Lei Municipal Djalma Maranhão e agora estou em plena Turnê Nacional de lançamento do CD No Ar que está sendo realizada, mais uma vez, por meio da Lei Câmara Cascudo.<br />
Essa trajetória de importantes realizações so foi possível com as Leis de incentivo, instrumento essencial ao fomento e promoção da cultura. Para mim e minha equipe é muito importante desenvolver um projeto com todas as necessidades e cuidados técnicos para sua realização. Nesse sentido, sinto uma liberdade tremenda em trabalhar com as Leis.<br />
Assim tem sido as participações do Governo do Estado do RN e Prefeitura de Natal na promoção da cultura local.<br />
Dos 5 projetos que realizei por meio das leis de incentivo, 3 foram patrocinados pela <span style="color: #0000ff;">COSERN</span> &#8211; Grupo Neoenergia.<br />
No último dia 07 de agosto, a <span style="color: #0000ff;">COSERN</span>, nossa fiel parceira, a Fundação José Augusto e o Gov. do RN, nos possibilitaram a alegria de pisar no palco do Auditório Ibirapuera, um dos mais importantes do Brasil, com o show No Ar que teve a participação especial da cantora e compositora paulista Ná Ozzetti.<br />
Foi um momento inesquecivel para minha equipe e para mim, ao lado de Na Ozzetti, sermos aplaudidas de pé ao final do show.</p>
<p>Dando continuidade a essa Turnê, no próximo dia 17, terça-feira, estaremos realizando outra importante edição do show No Ar e trazendo para o palco do Ocean Palace, em Natal(RN) a cantora norte-americana Tricia Bouteé acompanhada por uma super-banda de jazz vinda de New Orleans para a oitava edição do Festival de Jazz do Bourbon Street de São Paulo &#8211; este show tem o apoio cultural da Rádio Universitária FM que tem desenvolvido um importante trabalho em prol da música autoral do Estado.</p>
<p>Esses dois primeiros shows da turnê, composta por três shows ao todo, nos possibilitaram a realização de intercâmbios, não só com artistas brasileiros mas também com artistas de outros países que tem se interessado pela nossa música.<br />
Estamos vivendo momentos de ótimas vibrações e grandes parcerias que queremos compartilhar e comemorar com todos que acompanham nosso trabalho.</p>
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		<title>No Ar com Ná Ozzetti</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 17:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pude sentir uma alegria indescritível ao cantar com Ná Ozzetti durante o lançamento oficial do CD No Ar no Auditório Ibirapuera. Ná é uma das cantoras brasileiras que mais admiro. Há anos um grande amigo, que inclusive produziu meus primeiros shows, Toinho Guedes, me apresentou uma cantora de São Paulo que ele gostava muito. Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1190" class="wp-caption alignleft" style="width: 435px"><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/Audibira_093.jpg"><img class="size-medium wp-image-1190" title="Audibira_093" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/Audibira_093-425x318.jpg" alt="" width="425" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">depois do show com a cantora Ná Ozzetti</p></div>
<p>Pude sentir uma alegria indescritível ao cantar com Ná Ozzetti durante o lançamento oficial do CD No Ar no Auditório Ibirapuera. Ná é uma das cantoras brasileiras que mais admiro. Há anos um grande amigo, que inclusive produziu meus primeiros shows, Toinho Guedes, me apresentou uma cantora de São Paulo que ele gostava muito. Na época ele estava curtindo o CD Ná Ozzetti, no qual Ná gravou, Nós (Tião Carvalho) e Ah! (Luiz Tatit). Fiquei encantada com a voz e a figura dessa nova cantora, até então desconhecida pra mim, que vinha do grupo Rumos, importante grupo da cena paulistana dos anos 80/90. A partir de então vi alguns shows dela em Sampa e outros em Natal, curti muito os discos Ná, Love Lee Rita, Estopim, pra mim o melhor de todos, Show, este uma pérola, Piano e voz, dela em parceria com André Memari e agora o incrível Balangandãs de músicas gravadas por Carmem Miranda com novos e ótimos arranjos.<br />
De repente me dei conta que conheço todos os discos de Ná e que me tornei sua grande fã. Gravei no CD Imbalança (2004 &#8211; Videoartes music e Deckdisc) sua bela parceria com Itamar Assumpção, canto em qualquer canto, música que cantamos juntas em um momento de plenitude no palco do Ibirapuera, com direito ao incrível cenário vivo do Parque, ao fundo. Um friosinho tomou conta da gente naqueles instantes, foi até engraçado, mas nos mantivemos firmes, em troca permanente, entre nós e com a vida.<br />
Depois disso tudo, não pude conter a emoção ao ouví-la cantar Razões, minha primeira parceria com Khrystal. Fizemos um bis desta mesma canção e a platéia veio junto. Saí do palco com o coração explodindo de alegria.<br />
Ná foi presença realmente especial pra mim e para toda nossa equipe que saiu de lá maravilhada com sua simpatia e envolvimento com tudo o que estava sendo feito.<br />
Obrigada Ná, por tudo. Foi perfeito!</p>
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		<title>Retrovisor na SBPC</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 22:37:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Adorei a de Khrystal no twitter : &#8230;direto do túnel do tempo&#8230;é isso mesmo&#8230;e está sendo delicioso.
Projeto Retrovisor na área na formação completa, depois de 2 anos inativo.
Somos uma trupe, que a exemplo de outras &#8211; grupos, bandas, projeto, coletivos -, se reúne com um objetivo comum e depois se distancia, no nosso caso com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/129043656-5fe659948566e3794196eaf60c0cee96.4c3bd6b0-scaled.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1178" title="129043656-5fe659948566e3794196eaf60c0cee96.4c3bd6b0-scaled" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/129043656-5fe659948566e3794196eaf60c0cee96.4c3bd6b0-scaled-425x376.jpg" alt="" width="425" height="376" /></a>Adorei a de Khrystal no twitter : &#8230;direto do túnel do tempo&#8230;é isso mesmo&#8230;e está sendo delicioso.</p>
<p>Projeto Retrovisor na área na formação completa, depois de 2 anos inativo.</p>
<p>Somos uma trupe, que a exemplo de outras &#8211; grupos, bandas, projeto, coletivos -, se reúne com um objetivo comum e depois se distancia, no nosso caso com certa naturalidade, e  na sequência, se visita com menos frequência. Mesmo assim continuamos em movimento e linkados ao mesmo tempo e de alguma forma, sempre a fim de criar, de reproduzir nosso(s) pensamento(s) e tempo em forma de som.</p>
<p>Durante os ensaios de um show/reencontro que acontece amanhã, dia 27, às 19h no Campus Universitário da UFRN, durante a SPBC, pude mais uma vez sentir e curtir a diversidade musical do Projeto Retrovisor.</p>
<p>Com corpo de samba, cara de blues, jeito de rock, gosto de pop e cheiro de Rosa surgiu o Projeto Retrovisor.</p>
<p>Solos que somos, nos misturamos em duos, trios e quintetos durante a apresentação do show <em>Pra que serve a música?</em> relembrando nossas parcerias que marcaram o tempo em que estivemos na ativa.</p>
<p>Apesar da &#8220;distância&#8221; que nos separa em nossa pequena Natal, devido à agenda de cada um, conseguimos produzir algumas novidades, e algumas delas serão mostradas durante o show de amanhã. Uma das inéditas é <em>Na lama, na lapa</em>, um samba bem swingado, mais um fruto da minha parceria com Khrystal. Ela própria vai interpretar nossa mais nova cria, em primeiríssima mão.</p>
<p>No repertório, claro, <em>Mordaz</em> de Luiz Gadelha, <em>A casa do Rei</em>, composição coletiva que fizemos para o dia internacional do voluntariado por ocasião de um convite da ONG Natal Voluntários, <em>Pra que serve a música?</em>, minha em parceria com Luiz Gadelha e Simona Talma, <em>Tombo e Prosa</em>, parceria de Khrystal e Ângela Castro, e por aí vai&#8230;só indo ver e ouvir&#8230;</p>
<p>Estaremos protegidos da chuva no Circo da Luz com muito calor humano para esquentar o corpo e a alma. Até lá.</p>
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		<title>João Bosco, um reencontro</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 21:59:18 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem foi a estreia do MPB Petrobras em Natal. Abri a noite cantando músicas dos meus dois mais recentes discos, &#8220;leve só as pedras&#8221; e &#8220;No Ar&#8221;, além de duas canções bastante conhecidas, fala baixinho, de Pixinguinha e Hermínio Bello de Carvalho, e na sombra do juazeiro, do grande compositor potiguar Elino Julião em parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem foi a estreia do MPB Petrobras em Natal. Abri a noite cantando músicas dos meus dois mais recentes discos, &#8220;leve só as pedras&#8221; e &#8220;No Ar&#8221;, além de duas canções bastante conhecidas, <em>fala baixinho</em>, de Pixinguinha e Hermínio Bello de Carvalho, e <em>na sombra do juazeiro</em>, do grande compositor potiguar Elino Julião em parceria com Brito Lucena, um clássico para o público do nosso Estado.<br />
Ontem também foi uma noite de encontro, ou melhor, de reencontro. Um adorável reencontro com o cantor e compositor João Bosco que eu já havia encontrado em 2002 no Blue Note de Tokyo onde ele e Ivan Lins faziam seus shows e eu os assistia.<br />
No show de ontem João mais uma vez me levou às lágrimas interpretando seus clássicos e muitas outras canções brasileiras vindas direto do coração. Entre acordes dissonantes, escorregaram vocalizes, letas e melodias de uma beleza sem par. Matei a saudade de vê-lo e ouvi-lo e, mais ainda, o desejo de conhecê-lo um pouco mais. Foi um noite de música, descontração e bons papos que findou no Camarões Restaurante da grande amiga Vânia Bezerra.</p>
<p><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/DSCN08511.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1131" title="DSCN0851" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/DSCN08511.jpg" alt="" /></a></p>
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		<title>as formas do feminino</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 01:46:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre o novo e belo livro da poeta Marize Castro
As formas do feminino
A tentativa de criar o novo leva muitos poetastros a recorrer a expedientes formais que, já há muito datados, acabam produzindo o efeito oposto. Muitos poetas brasileiros parecem não atentar para o fato de que Pound e Cummings já partiram há muito tempo; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o novo e belo livro da poeta Marize Castro</p>
<p>As formas do feminino</p>
<p><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/Lábios-espelhos.jpg"><img src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/Lábios-espelhos-e1278467140650.jpg" alt="" title="Lábios-espelhos" width="250" height="337" class="alignleft size-full wp-image-1088" /></a>A tentativa de criar o novo leva muitos poetastros a recorrer a expedientes formais que, já há muito datados, acabam produzindo o efeito oposto. Muitos poetas brasileiros parecem não atentar para o fato de que Pound e Cummings já partiram há muito tempo; emulando o que em décadas passadas foi por outros emulado, conscientemente ou não se reduzem a epígonos dos epígonos, condenando a si mesmos a um esquecimento quase que imediato. O que não percebem, afinal, é que nada reafirma tanto o talento poético quanto a capacidade de renovar temas tradicionais a partir de uma dicção límpida, isenta de artificialismos e afetações supostamente vanguardistas. Um exemplo dessa competência está em Lábios-espelhos (Una, 2009), livro mais recente de Marize Castro.</p>
<p>Quando escrevi sobre o livro anterior de Marize, Esperado ouro (2005), elenquei um conjunto de características que ressurgem na nova obra − o domínio formal, um lirismo que tende para o excesso, a centralidade do desejo; o que isso indicia é precisamente uma escritora que conhece as suas fontes e que se dedica seriamente à pesquisa poética, buscando a renovação do tratamento de sua matéria lírica. A segurança e a maturidade da escrita dessa poetisa natalense se evidencia na forma como ela explicitamente reconhece seus parentescos literários. Em &#8220;Hilda&#8221;, escreve: &#8220;Assombra-me o mesmo nume. / Uso o mesmo perfume: Nazareno Gabrielli. // Fui feita da mesma seiva, da mesma pele&#8221;; &#8220;A Poesia&#8221; se encerra com este dístico: &#8220;A Poesia deve ser estiagem, flor, perfume de criança / poemas de Emily, contos de Mansfield&#8221;. Se Marize Castro bebe dessas águas, é para renovar as suas fontes: tão mais alto soa a sua voz que nela não interferem ressonâncias alheias.</p>
<p>A propósito, Marize me parece um caso que representa plenamente a superação das limitações outrora impostas pelo termo &#8216;poetisa&#8217;. Se, em tempos passados, era compreensível a resistência das escritoras a essa palavra − que portava todo o peso daquelas mulheres que, influenciadas por uma educação sexista e opressora, limitavam-se a produzir uma poesia inócua e açucarada, meramente composta de lugares-comuns −, hoje não faltam autoras que se dedicam à elaboração de uma escrita que trata ostensivamente da experiência feminina, mas de uma maneira isenta das amarras domesticadoras de outrora. A poesia de Marize Castro canta um feminino livre e libertário, que cinicamente acolhe os estereótipos para superá-los de forma avassaladora − de onde a força de um poema como &#8220;Íntima&#8221;, em que o discurso da submissão é subvertido por inteiro: &#8220;Dentro de ti / a verdadeira vida / (nenhuma morte). / Não mais fugirei. / Sou tua: íntima, úmida, sã. / Beijo teus pés. / Como teu corpo. / Bebo teu sangue. / De nada me salve, / Senhor/Senhora&#8221;. Como subjugar essa mulher que, no ato da entrega, se torna forte a ponto de, pela força do desejo, atingir a plenitude?</p>
<p>A obra de Marize Castro é necessária: trata-se de um alento renovador em nossa tradição lírica que, enquanto conquista estética, concede voz a formas de subjetividade contemporâneas, mormente no que tange às configurações do feminino. Pujante e arrebatadora, selvagem e indomável, a poesia de Marize Castro celebra uma mulher que sabe encerrar, em si, o absoluto.</p>
<p>por Henrique Marques-Samyn   Vínculos a esta entrada</p>
<p>Etiquetas: Marize Castro, Poesia brasileira contemporânea </p>
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		<title>Ecos de Poti no Planalto</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:36:09 +0000</pubDate>
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Por Sebastião Vicente
 É curioso morar em Brasília, ligar o rádio casualmente em casa ou no carro a caminho de trabalho e de repente ter a impressão de estar em Natal. Essa é uma sensação freqüente para potiguares que vivem na capital do país e cultivam, de longe mas nem tanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ecos de Poti no Planalto<br />
Por Sebastião Vicente</p>
<p><a href="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/VALÉRIA+OLIVEIRA.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1073" title="VALÉRIA+OLIVEIRA" src="http://www.valeriaoliveira.mus.br/wp-content/uploads/VALÉRIA+OLIVEIRA.jpg" alt="" width="250" height="264" /></a> É curioso morar em Brasília, ligar o rádio casualmente em casa ou no carro a caminho de trabalho e de repente ter a impressão de estar em Natal. Essa é uma sensação freqüente para potiguares que vivem na capital do país e cultivam, de longe mas nem tanto, a admiração pelo trabalho da cantora e compositora Valeira Oliveira. Porque é isso mesmo o que acontece: você está em Brasília, liga o rádio casualmente em casa ou no carro a caminho do trabalho, e ouve&#8230; Valéria. Não em todas as rádios, claro: apenas na Nacional FM, justamente a melhor da capital do país em bom gosto musical, ainda que essa definição esteja sujeito a uma série de ponderações.</p>
<p>Danem-se as ponderações: a Nacional FM (que você pode ouvir na internet; veja o endereço ao final do texto) é a melhor rádio numa cidade muito bem servida neste serviço (se você ouve a rádio Senado, que é retransmitida para Natal, vai concordar comigo). E quando você ouve a Nacional todos os dias, escuta Valéria cantar com uma freqüência bem maior do que esperava. Quase sempre são faixas do CD “Imbalança”, um dos últimos que a nossa artista gravou na fase em que se dividia entre Natal e o Japão. Mas não é somente no rádio que a gente encontra Valéria em Brasília. Há poucos meses, o Lago Norte, uma das áreas mais nobres da cidade, abriu as portas de uma nova unidade de um shopping da rede Iguatemi. Uma das lojas de maior destaque é a Livraria Cultura, a segunda desta rede em Brasília.</p>
<p>Pois passeando pela livraria, tive uma sensação bem parecida com a de estar ouvindo a Nacional FM e de repente escutar o canto de Valéria. Estava lá, fuçando as prateleiras de CDs, quando esbarrei na capinha azul, bela e sugestiva, do disco “No ar”, o mais recente de Valéria Oliveira. Foi como se eu estivesse no Midway numa tarde de sábado sem compromisso – com a diferença, lamentável neste caso, de que o shopping natalense, salvo atualizações, não tem loja de CDs, essa casa comercial em processo de extinção, e de que não é tão fácil assim achar o CD de Valéria, seja este ou os anteriores, à venda no comércio regular de Natal.</p>
<p>Estas duas ocorrências – Valéria cantando na Nacional FM e o seu novo CD à venda na Livraria Cultura de um shopping no Lago Norte – resultam na ironia das ironias: a constatação de que hoje talvez seja mais fácil ouvir Valéria no rádio em Brasília do que em Natal (apesar da Universitária FM, embora esta seja uma emissora segmentada e de expressão bem menor do que a citada rádio brasiliense). A segunda ironia é o fato de também ser mais fácil, hoje, encontrar à venda o novo CD de Valéria na capital do país do que na capital do estado onde ela vive, trabalha, divulga seu canto e sua arte. Pra não buscar motivos mais aborrecidos, podemos simplesmente comentar isso usando um chavão que ajuda a não explicar nada: são coisas da vida, não é, Valéria?</p>
<p>Pelo menos em Natal é fácil ouvir Valéria cantar ao vivo, ali no palco à nossa frente. Mas, a julgar pelo andar dessa carruagem de som, é bem possível que, em breve, quem sabe, nem essa vantagem tenhamos (aqui não tenho como não me situar na posição de quem efetivamente vive em Natal), já que Valéria começa a explorar a noite paulistana, com eventos como o show na casa Tom Jazz que foi um dos mais recentes destaques de sua agenda.</p>
<p>*Publicado no Novo Jornal (Natal-RN)</p>
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		<title>O som da Rosa &#8211; se liguem na Globo mas abram todos os canais</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 18:00:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Rosa de Pedra no Som Brasil" src="http://lh3.ggpht.com/_0dtslUYrPZc/TBkLxOO9WtI/AAAAAAAAAG8/05hWEMBClrM/s400/rosadepedra_som%20brasil.jpg" alt="" width="400" height="146" /></p>
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